Casamentos no Litoral Norte

Como escolher buffet para festa de casamento

Junto com a decoração e a música, a comida do casamento é um dos pontos altos da festa e deve ser escolhida com cuidado pelos noivos. Mais importante do que o que vai ser servido, é escolher um cardápio que tenha a cara do casal e caiba com folga dentro do orçamento.

1. Quando contratar o bufê?
O mais indicado é entre seis meses e um ano antes da cerimônia. Quanto maior o prazo melhor. Assim, você terá tempo suficiente de cuidar de todos os detalhes e garantirá que o bufê selecionado estará disponível na data escolhida. Isso não é uma lei imutável e sim uma garantia para que tudo corra bem. Mas se o casamento for decidido em cima da hora, com três semanas de antecedência, por exemplo, ainda é possível garantir um serviço de primeira.

2. O que levar em conta para contratar o bufê e escolher o menu?
Recomendações de amigos e conhecidos valem muito nessa hora. Em segundo lugar, vem a empatia com o dono do bufê. Tenha uma conversa longa e sincera sobre seus gostos e necessidades. Depois peça para olhar os cardápios disponíveis e saiba de que modo será servido. Pergunte sobre as louças, os copos, os pratos e as toalhas para ir formando uma ideia do todo. Na hora de optar pelo menu, escolha os pratos que vocês gostam. Sugestões dos chefs também são bem-vindas, pois eles conhecem o assunto como ninguém. Antes de bater o martelo, faça a degustação dos pratos para ter certeza de que a escolha foi acertada. Só não se esqueça de que uma comida feita especialmente para ser experimentada por poucas pessoas não vai ser igual para centenas de convidados. Sempre podem surgir pequenas variações, por melhor que seja o local escolhido. Você também pode pedir para ir ao casamento de outra noiva para ter uma noção completa da apresentação dos pratos e do serviço do bufê.

3. O que mais é importante além da comida?
Verificar o tempo de existência do bufê no mercado é essencial. Se for novo, não deixe de pedir um contrato detalhado sobre o serviço a ser oferecido. Quando os bufês já são antigos no mercado, a preocupação é menor, pois a reputação de cada um já é bem conhecida. Também peça reuniões frequentes com o estabelecimento para saber se tudo está saindo como o combinado.

4. Qual o número de garçons adequado?
A quantidade pode variar de acordo com o tipo de festa. O ideal é um garçom para sete a dez convidados. Já o serviço à francesa ou o empratado pede três garçons por pessoa.

5. Além do cardápio, o que deve estar especificado no menu?
Muitos bufês só detalham os pratos escolhidos pela noiva que geralmente incluem a entrada, o prato principal e a sobremesa. Outros dão informações sobre o café, os petit fours, bebidas não alcoólicas que estão inclusas, o número de garçons e as louças que serão usadas. Para se sentir mais segura, não hesite em pedir o máximo de detalhes. Afinal, o casamento é seu e você está pagando por ele.

6. E as bebidas alcoólicas são especificadas como?
Geralmente, num orçamento à parte. Os melhores bufês têm profissionais qualificados para orientar os noivos quanto a melhor escolha, quantidade e preço.

7. Por falar em bebidas, existe uma opção mais econômica, mas que mantenha a classe da festa? Qual a quantidade ideal por convidado?
A classe de uma festa é mantida quando os noivos servem aquilo que podem pagar. A única coisa que rouba o brilho de uma ocasião como esta é a pretensão de servir aquilo que dói no bolso. Boas opções mais em conta são os vinhos tintos e brancos (hoje existem marcas ótimas a preços acessíveis) e o prosecco, bastante parecido com champanhe.

Quanto às quantidades

- Whisky: uma caixa (12 unidades) para 100 pessoas.
- Prosecco ou champanhe: uma garrafa para duas pessoas
- Vinho tinto: uma garrafa para quatro pessoas
- Vinho branco: uma garrafa para cinco pessoas
- Vinho de sobremesa: uma garrafa para seis pessoas
- Cerveja: uma garrafa long-neck ou 3 a 4 latas por pessoa

8. Brunch, serviço à americana, à francesa... Como decidir entre os diferentes tipos de festa?
Hoje em dia, existem diferentes modalidades de casamento que variam de acordo com lugar, orçamento, horário e desejo da noiva. Veja abaixo os prós e os contras dos mais populares.

- Brunch: mistura de café da manhã com o almoço, fica delicioso quando realizado num local ao ar livre. Pode ser servido a partir das onze horas da manhã e durante toda à tarde.
- Vantagem: o que mais caracteriza esse tipo de serviço é a simplificação o que barateia consideravelmente os custos finais. Estão incluídos no cardápio café, chocolate, sucos de frutas, bebidas (como vinho, champanhe ou pró-seco) pães, queijos, frios, geléias, tortas salgadas, bolos e doces.
- Desvantagem: se a festa for até de noite, a noiva terá que providenciar um outro tipo cardápio, por que um brunch não será suficiente. Do contrário, é sempre uma ótima opção.

- À americana: também conhecido como bufê, também é bastante descontraído e informal. As pessoas comem em pé ou sentadas nos locais disponíveis no momento. Ao escolher o menu, evite carnes ou alimentos que precisem da ajuda de facas para serem cortados.
- Vantagem: circula-se à vontade, o que deixa a festa mais alegre e animada. É perfeita quando não há espaço suficiente para acomodar todos os convidados nas mesas e o serviço está disponível durante todo o evento.
Desvantagem: não tem.

- À francesa: jantar sentado no qual o prato principal é oferecido em travessas para que o convidado se sirva. Já as entradas e as sobremesas são servidas no prato. É o serviço mais requintado.
- Vantagem: não existe melhor para quem prefere algo tradicional e sofisticado. É indicado para quem tem convidados mais formais.
- Desvantagem: requer pessoal ainda mais especializado e experiente, pois ninguém se levanta da mesa durante a refeição. Muito solene, Não combina tanto com o brasileiro que não tem paciência de ficar sentado até o final.

- Servido em pratos: semelhante ao serviço à francesa. A diferença é que os pratos já vêm montados da cozinha para serem servidos pelos garçons. As vantagens e desvantagens são as mesmas do buffet à francesa.

- Bolo com champanhe: é um jeito simpático de comemorar o casamento e bastante comum hoje em dia.
- Vantagem: perfeita para quem tem um orçamento apertado, pois os custos são mínimos.
- Desvantagem: muito simples, pode deixar a desejar para quem busca algo mais marcante.

9. Qual a diferença de preço entre os serviços descritos acima?
O valor pode variar bastante de bufê para bufê. O serviço mais caro é o à francesa que exige uma estrutura maior e mão de obra mais qualificada, o mais barato é o do bolo com champanhe. Lagosta, frutos do mar e caviar também jogam o orçamento lá para cima.

10. O horário do casamento é restritivo em relação ao que vai ser servido?
Sugestão comidas mais pesadas e saladas na hora do almoço e mais levinhas no jantar.

11. O local do casamento determina o tipo de bufê?
Não necessariamente. Ele deve ser escolhido de acordo com o estilo e o tipo de cerimônia. Porém, seja qual for o local é importante que tenha infra-estrutura adequada para receber a cozinha do bufê. O mínimo necessário é água, luz e que de preferência seja no mesmo andar onde será realizada a festa. Do contrário, o orçamento pode ficar mais caro.

12. Como tornar a festa pessoal?
Não existem regras. Porém os especialistas são unânimes em afirmar que o mais importante é refletir o estilo de vida dos noivos. Se o bufê for criativo, melhor ainda, pois o que será servido terá a cara da dupla. O mesmo vale para a escolha do cardápio que é personalizado e varia de casal para casal.

13. Qual o mínimo por pessoa para fazer um cardápio bacana?
A partir de 75 reais por pessoa com direito a prato quente, sobremesa e cafezinho com trufas.

14. A comida é uma das lembranças mais marcantes de um casamento. Como torná-la inesquecível?
Comida inesquecível tem que ser gostosa, bem apresentada e fazer parte de um todo maior onde tudo seja lembrado. Melhor ainda se for servida numa louça maravilhosa com bebida de primeira.